O que é Zwift? Conheça sua trajetória de sucesso

Entenda de que forma foi construído esse belo case tanto de popularidade quanto de Marketing Esportivo, é preciso saber o que é Zwift e sua jornada

Para iniciar essa conversa sobre o que é Zwift e como essa ideia teve tanto crescimento nos últimos tempos, é preciso voltar ao ano de 2014.

Foi perto da metade da década que o Zwift se estabeleceu como um aplicativo que simula a atividade esportiva, no caso, o ciclismo. Um grande diferencial dessa proposta é o componente online: a conexão com a internet permite que suas pedaladas interajam com avatares de usuários de todo o planeta – como em um videogame.

Como ressalta o co-fundador da Vegas Sports, Marcos Yano, “o Zwift foi desenvolvido por um atleta amador do hemisfério norte que solucionava o problema de pedalar em condições climáticas adversas”. No contexto do Marketing Esportivo, a experiência observada com essa ideia é tão relevante que foi tema de um recente artigo do executivo na plataforma LinkedIN sobre o assunto.

Como treinar usando o Zwift

Tecnicamente falando, como estamos diante de um simulador de bike que traz, além de competitividade, fidelidade de dados e níveis de dificuldade, é preciso uma série de requisitos para poder participar dessa atividade física indoor.

Vamos olhar, primeiramente, para a bike: é preciso que sua bicicleta seja acoplada em algum modelo de rolo de treino interativo – o site do Zwift traz aqui uma lista para você saber qual modelo é compatível.

Existe, ainda, a possibilidade (mais cara) de investir em uma Smart Bike, que já seria compatível com essa conexão de forma nativa.

Obviamente, essa bike vai ter que “conversar” com um device: pode ser um smartphone, um tablet, um PC ou uma Smart TV (como é o caso do recurso da Apple TV, por exemplo). Confira aqui os demais dispositivos.

Existe, ainda, a possibilidade de instalação de sensores de movimento e potência, que serão fundamentais para uma experiência cada vez mais real.

De novo, como em um videogame, você interage com avatares de todo mundo, além de poder editar sua bike, seu personagem, seus acessórios etc. A assinatura pelo uso do programa é de 15 dólares mensais.

Além de circuitos virtuais, criados especialmente para o simulador (como a famosa Watopia e outros, como os que foram cenário para a disputadíssima Super League Triathlon E-Sports Cycling Series), além de trechos do “mundo real” que foram digitalizados.

Este vídeo aqui é sensacional: esse cara percorreu a lendária Champs Elysée, em Paris, na França, comparando o trajeto com sua versão digital no Zwift!

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